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No Ano 2293

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Zardoz é um video norte-americano dirigido por John Boorman em 1974, filmada na Irlanda, em Ardmore Studios nas montanhas de Wicklow. Realizado com baixo orçamento, contudo com um grande tema filosófico, Zardoz é uma alegoria situada em um futuro pós-apocalíptico. No ano 2293, uma elite privilegiada de seres humanos que descobriram como frear a morte, vive isolado no interior de um vale do mundo de desolação no planeta Terra.

Zeta, também chamado Zed, é capturado pelos “Eternos”. É ser menos brutal e muito mais inteligente do que eles pensam. Zardoz termina em uma sequência de imagens sem expressões, acompanhado por música de o segundo movimento sombria (allegretto) da Sétima Sinfonia de Beethoven (fragmentos do que se ouvem por todo o vídeo).

Já não existem baterias, no entanto caixas de ritmos e sintetizadores ocupam o território de guitarras e baixos. A voz de Louise Sansom se deixe acariciar por imagens formadas expressamente para cada uma das canções por oito realizadores diferentes.

indie folk de sua primeira época, a que se cumprem 10 anos, Anímic foi aproximando-se para terrenos mais pessoais e inesperadas que surgiram com força depois de um momento de descanso e reflexão do quinteto. 30 anos de incansável trajetória garantem O De la Soul, que o sábado é farão com o público do Sonar de Noite no Palco SonarPub.

  • Dois Jogos AGI de Serra
  • Um carro que em sua maior parte era de autopropulsão
  • Missão 1: Where beagles dare (Onde os beagles se atrevem)
  • um Ferramentas pro estudo da Bíblia

Como amplo reclamação, o mais recente do trio, De La Soul and The Anonymous Nobody (das 01.25 às 02.Vinte e cinco horas). Björk, de cinquenta e dois anos, foi a encarregada de abrir o Sonar 2017 última quarta-feira, com um Dj Set no Sónar de Noite.

A artífice de Vulnicura se põe atrás da mesa de mistura em muito raras ocasiões para ceder a compreender os seus gostos sensoriais e sônicas. Ofereceu uma sessão de quatro horas em que ofereceu a partir de sons extremos sintéticos e industriais a ritmos orientais e africanos e onde asomaron suas influências: a Arca, Kate Bush e John Cage.

O CCCB, inaugura a exposição, que oferece os trabalhos digitais e de filme é fruto da colaboração da cantora islandesa, com alguns dos melhores programadores e artistas visuais do universo. Revê suas míticas colaborações com Michel Gondry, Spike Jonze ou Alexander McQueen e novas mais recentes, como as de Jesse Kanda, Andrew Thomas Huang, Warren du Preez e Nick Thornton Jones.

É, por enquanto, a única chance de vê-lo em Portugal. Se existe uma artista no mundo apto de nos fazer confiar que o extravagante podes ser comercial e de transformar o difícil em fácil, essa é a islandesa Björk. Mestra na arte de conjugar o experimental e o pop, e arrastar para o amplo público, que flautista de Hamelin, a uma proposta mais íntima e pessoal. Com meio século de vida com sucesso, sua carreira, quase, começou a par: com somente 5 anos entrava no conservatório, aos onze gravou teu primeiro disco aos 15 graduação como pianista clássica.