Casamentos De Sucesso Em Tempos De Crise 1

Casamentos De Sucesso Em Tempos De Crise

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Desde que foi aprovada a Lei do Divórcio, de 1981, foram produzidos no Brasil cerca de 2 milhões de separações e divórcios, segundo dados do Conselho Geral do Poder Judicial. Embora a Espanha situa-se entre os países da União Europeia com pequeno taxa de rupturas, os pedidos de separação e divórcio aumentaram progressivamente.

deixe-me dizer, há que perceber os números e tentar entender a partir delas, pesquisando encontrar as causas mais interessantes e frequentes do defeito. Mas muitas vezes falta essa reflexão e chegar a conclusões que, por precipitadas, são erradas e pessimistas. A renúncia a esse levantamento severo deve-se, algumas vezes, a ignorância a respeito da natureza do casamento ou a preconceitos de tipo ideológico sobre isto essa faculdade de origem natural.

isto É, os detalhes sobre isso separações e rupturas se lêem muitas vezes, por divisão de certas pessoas, com óculos cor de sua ideologia peculiar. Assim sendo, é fácil cair no subjectivismo e relativismo: “Nada é verdade ou farsa; tudo é de acordo com a cor do cristal com que se olha”. Existem milhares de casais felizes que permanecem no anonimato.

Já é hora de transformá-los em bacana notícia, não em razão de eles o desejam ou precisam, no entanto por causa de tem que da nação a que pertencem, e, em especial, das algumas gerações. Isso foi o que me moveu a entrevistar 29 pessoas casadas, muito conhecidas e prestigiadas, com um casamento comprido e estável. São as vivências de personagens de primeira linha em campos muito abundantes -empresários, toureiros, filósofos, médicos, cantores, políticos, jornalistas…- de que os Magazine fez uma seleção. Me propus recolher os seus testemunhos, com a esperança de achar novas das chaves de uma vida conjugal bem sucedida e feliz.

Queria saber o que realmente (não pela suposição) costuma ceder resultado. Essa vem sendo a minha modesta cooperação pra elegante tarefa e o estimulante desafio que nos retrata a todos o filósofo José Antonio Marina: “Recuperar o enredo do sucesso amoroso”. A finalidade principal deste livro é acudir, com o detalhe obtida, muitas pessoas que têm o projeto de casar-se ou de aperfeiçoar a tua vida conjugal. Pretende-Se doar a perceber o que é o fator comum de alguns dos casais que estão indo bem e quais são as chaves que lhes permitiu acompanhar crescendo com o ir dos anos. Os depoimentos dos protagonistas se transformam em verdadeiros conselhos.

Assim, o superior oponente da vida conjugal, segundo o jornalista radiofónico Carlos Herrera (quinze anos de casamento), é “isto de raciocinar que o dia seguinte será sempre idêntico que o anterior e que não há nada a fazer”. Ou, como declara o político galego Francisco Vázquez (trinta e dois anos de casamento), “ter só objetivos utensílios e deslocando-se excessivamente no trabalho e ser intolerante: a tolerância é determinante pro casamento”. À pergunta ” como “, os 29 entrevistados responderam que o fizeram “para sempre”.

“Essa explicação foi importante pela manutenção do vínculo. Eu tenho lutado contra vento e maré, com todas as minhas forças e recursos, apelando a todos os molas que imaginava e sabia da existência bem por salvar o que foi crítico pra mim. Isso não é uma opção, é uma vocação”, declara a jornalista Cristina López Schlichting, dezesseis anos de existência conjugal.

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E um último conselho, por parcela do médico Kubrat da Bulgária, 13 anos de feliz e estável em casamento: “Tentar retornar para todo o sempre o mais rápido possível para residência, para estar com eles. Se quiser, você descobre tempo”. Gerardo Castelo Ceballos é doutor em Pedagogia e professor do Departamento de Educação da Universidade de Navarra. Publicou vinte e quatro livros. “Confidências de casados, famosos e felizes” (Amat Editorial), de G. Castelo, em breve nas livrarias.

Consome muito menos energia elétrica do que o metro (não requer iluminação de estações e de acessos). Melhora a balança energética das cidades, evitando a importação de combustíveis fósseis, com a consequente economia de custos e melhora do balanço de emissões de gases causadores de modificações climáticas. Ocupa uma faixa de calçada mais estreita do que você necessita de um ônibus, devido a inexistência de circulação laterais, o que simplifica o exercício do escasso espaço público urbano.

Em várias ocasiões compartilhe trilho com o ônibus e outros carros. A construção de tua infra-estrutura é bem mais económica do que a do metrô, o que faz com que possa ser mais praticável. A acessibilidade é mais fácil visto que não há escadas ou outras barreiras de acesso aos cais, e, ademais, há bondes de piso miúdo, o que permite poupar tempo nas paradas, aumentando a velocidade comercial.