A Falta Do Aluguer De Pedro Duque, Possível Evasão Fiscal 1

A Falta Do Aluguer De Pedro Duque, Possível Evasão Fiscal

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A comunidade do ministro Pedro Duque e sua esposa cometeu uma evasão fiscal que, pela opinião dos especialistas, é inaceitável de se defender. Conforme se pode verificar nos depósitos de contas da corporação Copenhaga Gestores Imobiliários, titular nas duas casas do casamento, não houve receita líquida nos últimos exercícios. A credibilidade desse dado não está só no acontecimento de se o ministro pagou o famoso “autoalquiler” que pela quinta-feira considerou ter pago mês a mês e nessa sexta-feira negou ter mencionado.

A chave está em que a comunidade era agradecida a notabilizar, independentemente do que o recolhido ou não. Félix Bornstein, especialista fiscalista. No entanto, e se a casa ficou estes anos, vazia, e por em tal grau é verdade que não houve cada receita que afirmar?

por este caso, surgiria um novo problema: a residência de Madrid. A segunda moradia do ministro, em Jávea (Alicante), pode estar vazia e não ter que revelar renda, mas a moradia de Madrid, a residência principal do casamento, bem como estava em nome dessa nação.

  1. Teve muito poucas vendas (trezentos exemplares) e quase nulo sucesso
  2. Educação: Aleixo de Venegas, Pedro Ponce, Juan Pablo Bonet
  3. licenciatura em Engenharia informática (4 anos)
  4. U – Actividades de organizações e instituições extraterritoriais
  5. cinco Aterros tecnológicos
  6. Tecnologia em Gestão e Desenvolvimento de Produtos Mecânicos
  7. Instituição Elementar Manuel Fernández Juncos

nesse caso, a corporação assim como teria sido muito obrigada a anunciar a cessão do exercício desta habitação, que é dada pelo evento de que é a principal do ministro e, assim, que a utiliza. A conseqüência principal dessa omissão do montante líquido do volume de negócios nas contas repercute no repercussão desfecho do exercício.

de Acordo com incontáveis especialistas, trata-se de uma clara evasão fiscal, no entanto não criminosa, já que o gasto não ultrapassaria os 120.000 euros defraudados por cada exercício. Todavia, é muito possível que alguém lhe explicasse isso para o ministro nas últimas horas e, deste jeito, nessa sexta-feira, em Bruxelas, disse que fará “o que for preciso para realizar com todas as obrigações tributárias”. O depósito de contas tem outro ponto inusitado no balanço: ativo, ele reflete uma cifra de por volta de 1.800.000 euros pela rubrica “existências”, quer dizer, em mercadoria, uma organização que tem à venda. Entretanto não era o caso, uma vez que eram suas casas, e supõe-se que não estavam à venda.

desse modo, esse número vai ter que constar a rubrica de “imobilizado equipamento”, onde, em troca, há alguns números muito baixos. Este jornal chamou nessa sexta-feira a Antonio Morant, o conselheiro fiscal de Jávea que apresentou os últimos depósitos de contas da corporação, para perguntar-lhe por essas irregularidades, todavia preferiu não fazer nenhuma declaração.

Impaciente. Mecânico. Nunca pôde pronunciar o sobrenome Wormold, dizia de todas as formas, menos a correta. Milly – Serafina: Filha de Wormold. Estudante. 16 anos. Mulher linda. Cabelo cor de mel pálida. Chefe de Hawthorne: Chefe do Serviço Secreto Britânico. Sede em Londres. Monóculo negro a respeito do olho esquerdo.

Segura: Capitão da polícia de Havana. Apelidado de ” o Corvo Vermelho. Nanico, cara picada e curtida. Insolente. Apaixonado por Milly. Beatriz Severn: Secretaria de Wormold enviada a partir de Londres. Jovem. Olhos cor de avelã. Cabelo castanho. Maravilhosas mãos. Rudy: Operador de rádio enviado a partir de Londres. Muito jovem, pálido. Dedos tingidos na nicotina ou ácido.

William Carter B: Terno de tweed. Fumava cachimbo. Representante de Nucleaners Ltda. Embaixador: Embaixador britânico em Havana. 59200/5 James Wormold. Chefe do serviço. Recebia um salário de cento e cinqüenta dólares mensais, mais outros cento e cinqüenta para despesas justificados.